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Jul
05

Essa tal liberdade - Alexandre Pires e Fábio Jr.

Posted under Música

Dedicado aqueles que estão sentindo essa liberdade e a alguém que me é muito especial ;)

Essa tal liberdade - Alexandre Pires e Fábio Jr.

o que é que eu vou fazer com essa tal liberdade
se estou na solidão pensando em você
eu nunca imaginei sentir tanta saudade
meu coração não sabe como te esquecer

eu andei errado, eu pisei na bola
troquei quem mais amava por uma ilusão
mas a gente aprende a vida é uma escola
não é assim que acaba uma grande paixão

quero te abraçar, quero te beijar
te desejo noite e dia
quero me prender todo em você
você é tudo o que eu queria

o que é que eu vou fazer com esse fim de tarde
pra onde quer que eu olhe lembro de você
não sei se fico aqui ou mudo de cidade
sinceramente, amor, não sei o que fazer

eu andei errado, eu pisei na bola
não sei se era melhor cantar outra canção
mas a gente aprende a vida é uma escola
eu troco a liberdade pelo teu perdão

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Jul
03

MOMENTOS DE REFLEXÕES

Posted under Poesia

REFLEXOS

Autora:Rosaria Coc

Ah! Esses reflexos de alma!
Golpeiam-me com raios de indecisões
Ensurdecem-me com seus relampejar
Fulguram inesperadamente meu refúgio
Descalçam o equilíbrio
Precipitando-me na calmaria de uma
tempestade no mar!
É tempo de tormenta
Desordem de natureza em mim
Inundam-me de Realidade
submergindo meus sonhos
Meus olhos marejam
Saudades de ti!
Pálida reflete a estória!
Silhueta de seu corpo.
Fragrância que me aquece na madrugada.
Jornadeio em teu corpo prazeres de
caminhos ou carinhos.
De seus poemas tramo  cortinas de
excessiva volúpia.
Folgo com teus versos como me
deliciasse em ti prazeres sensuais.
Comprimo as letras e trago seu mais
depurado vinho
E, ébria nesse jogo solitário
A incontrolável e confundida razão
Depara-se  e deleita-se  ilusões.
Enfim toco o seu coração !
O espelho de meu viver se faz assim
canto de Condor.
Um parir noturno que gera
repetitivamente o dia
É o meu viver em devaneios
Sonhando viver você!

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Jul
03

Anda

Posted under Momentos, Poesia

diegomanuelrodriguez.thumbnail Anda

Anda…
Segue-me
Persegue-me
Envolve-me
Com um lenço de seda
Projectado pela retina inflamada do desejo
Anda…
Olha para o que não tocas
Anda…
Passo a passo a meu lado
Contorce-te ao som dos meus gemidos
Numa noite gélida, sobre o céu azul-escuro
Anda…
Ama-me
Anda…
Olha-me nos olhos
Anda…
Beija-me os lábios pintados de rubro inflamado
Anda…
Amassa-me em cornucópias de abraços apertados
Anda…
Cola-me ao teu corpo suado
Anda…
Tira-me o folgo
Anda…
Num labirinto feito de seda,
Deslizar, trocar o olhar, que nos ilude.
Num labirinto feito de seda,
Dispo-me
Esfrego-me
Confundindo-te com a seda.
Alimento a alma sequiosa do limiar que nos separa
A retina perdida,
Numa conjunção de traços dispersos sobre a pele desfeita
Num labirinto feito de seda,
Danço para ti
Num labirinto feito de seda,
Vergo-me a ti
Num labirinto feito de seda,
A eternidade do meu amor
Rodopia em círculos invisíveis
Até te alcançar.
Anda…
Dá-me a mão
Fecha os olhos
Anda…
O labirinto feito de seda chama por nós
Anda…
Dá-me os lábios para saborear
As mãos para que elas toquem no fundo da minha alma
No fundo do poço…
Aquele poço em que te queres perder
Ele não tem fim
É um cair eterno dentro de mim
Anda…
O labirinto não tem fim, nem principio
Ele é feito dos nossos corpos nus…
O labirinto chama por nós

Anda…

(Poema da Nadir in Unus Mundus)

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